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quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Moscou


Quem se lembra dos tempos de União Soviética, Guerra Fria, Cortina de Ferro, KGB, talvez sinta o mesmo que eu: um certo frio na barriga quando se pisa em Moscou pela primeira vez!

A começar pelo idioma, com letreiros absolutamente impossíveis de decifrar. Talvez o único, percebido por mim,tenha sido o do Mc Donald´s! De resto, fiquei a mercê da guia quase pedindo para dar a mão para ela!


Sim, fiquei tanto fascinada, assim como com medinho! Mas o fascínio foi bem maior. Boquiaberta 24 horas por dia! Muito mais do que o Kremlin, muito mais do que as joias de Catarina, das igrejas coloridas, a Praça Vermelha, muito mais do  que o bunker de Stalin ou a cabana onde nasceu Pedro, O Grande, o que, de fato, me surpreendeu, me encantou e fascinou foi a arte russa que, definitivamente, arrebatou minha alma.

Na Galeria Tretyakov, onde se expõe a arte russa do século XII ao XX, fiquei impressionada com algumas obras, além de ter, pela primeira vez, parado para observar Ícones.

Não posso dizer que ficamos caminhando e descobrindo Moscou, porque não foi assim, nem de longe. Fizemos os passeios do programa para ver os pontos altos da cidade e sempre com a guia.

Claro que durante o percurso de um lugar a outro, dá para observar os bairros, a arquitetura e, principalmente, os traços deixados pelo sistema soviético.
Praça Vermelha - Moscou - Rússia
Eu estava mais interessada em saber as histórias da guia com relação a época soviética. Tanto as guias de Moscou, quanto as de St. Petersburgo, eram de diferentes gerações, jovens e de meia-idade, mas todas elas me pareceram confusas em relação ao sistema, quero dizer, elas criticam o passado e o presente, porque se não havia liberdade, hoje, sentem-se abandonados. Foram gerações que só trabalhavam para o governo que controlava tudo.

Após a Perestroika, cada um por si. Mesmo os jovens, hoje, tem que sustentar suas famílias, que sempre trabalharam para o sistema soviético, e, hoje, se sentem perdidos com o novo sistema. Por isto, nos deparamos com muita gente, segurando faixas e cartazes, pedindo a volta da União Soviética.

Quando fomos de Moscou a Saint Petersbourg, sentei-me, no trem, ao lado de um russo que vivia em NY. Ele me explicou que as terras e imóveis, onde as pessoas moravam, pertenciam ao governo e foram doados às pessoas que já moravam nos locais. Me contou que foi para NY, aos 5 anos de idade (hoje com 28), mas que seus pais continuavam com os hábitos soviéticos, mesmo depois de tanto tempo longe de casa: Utilizando, por exemplo, a revista NY Times como papel higiênico!

Estas questões todas mexem mais com o meu imaginário do que algumas doses de vodca que preferi comprar e trazer para casa, para beber com os amigos.

As imagens, que posto aqui, são uma mistura dos monumentos, da arte e dos traços deixados por uma cidade de mil momentos.

Há bairros interessantes, charmosos com a rua Arbat e seus restaurantes e lojas. Há os camelôs em volta do Kremlin vendendo as famosas matrioshkas, que vão desde bonitinhas até verdadeiras jóias,
assim como lojas de grife (caríssimas) em um shopping center maravilhoso, GUM, que vale a visita, mas não vale fazer compras. Tudo bem contrastante.




No mais, além de termos passado em frente a mansão do Conde Strogonoff,  provamos o prato (uma das várias versões no restaurante Godounov), além da famosa sopa de beterraba "borsch" e muito caviar (claro), mas o vermelho. O preto somente encontrei na loja Beluga, em St. Petersburgo e o preço que paguei foram os olhos da cara!! Mesmo!

Não comprei a famosa boina (chapéu para o inverno), porque eu queria um de pele "fake", mas eles ficavam ofendidos com a minha pergunta e todos diziam, com orgulho, que a pele era visom!! Vamos combinar que eu não preciso, né? Acabei comprando Ovos de Fabergé!!Réplicas, claro!

Obviamente, as estações do metrô valem um post à parte!! E o Bolshoi, uma pena, mas a cia de balé estava em férias e passamos apenas em frente. Fica para a próxima!!

Somente mais um comentário sobre a nossa chegada ao hotel: Havia um casal vestindo roupas típicas que nos ofereceu pão de sal. O sal era uma especiaria rara e cara. Sendo assim, oferecer sal à estrangeiros, que chegam à cidade, é uma tradição educada e (talvez) conservada, significando que eles oferecem o que eles tem de melhor.

Boas vindas com pão e sal
Kremlin
Kremlin
Do lado de fora do Kremlin
Prédio residencial da antiga União Soviética
Prédio residencial
Praça Vermelha

Realmente é um lugar lindo e "quase" indispensável em sua lista de destinos! Se precisar eu te indico um excelente operador local que fala português e que nos atendeu durante a viagem!!

A seguir, deixo os links com os posts que escrevi com dicas sobre cada lugar (Moscou e St. Petersburgo) sendo, o último deles, uma dica de roteiro feito pelo operador local:


Bunker de Stalin

O sol da meia-noite


Igreja do Sangue Derramado

A casa dos Czares 

Museu Hermitage


Jantar Praça Vermelha


O metrô de Moscou - Palácios subterrâneos


A Rússia por um russo!

Dicas de um Russo



Spaciba!!


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Cynthia Camargo é publicitária, agente de viagens, agente internacional e jornalista. Coordena viagens de arte, gastronômicas, de luxo e de incentivo pelo o mundo! Especializada no destino França, é autora do guia Paris Legal, editado pela Best Seller. Trabalha com o turismo de conteúdo há 20 anos e recebeu o prêmio Mulher Influente. Autora do blog de viagens SendoCy, conta suas experiências pelo mundo com dicas e muito humor! Acesse, leia e participe, se inscreva e conte suas histórias! Afinal, todo mundo tem uma história de viagem para contar! Google +