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domingo, 22 de setembro de 2013

Hospitalidade em um hotel Desing em Paris - Bonito & Educado!!

Usamos este hotel há mais de 7 anos! Quem costuma ir a Paris e não se hospeda em hotéis palácio, sabe bem que a hospitalidade não é o forte dos parisienses. Mesmo que a maioria dos funcionários dos hotéis não sejam franceses, o treinamento ministrado inclui o traço característico "estressado".
Este é um dos motivos pelos quais somos "habitués" deste hotel.

A localização é perfeita, a 5 minutos a pé da Champs-Elysées. O caminho de um ponto a outro está repleto de pequenas lojas de conveniência onde se pode desde carregar o celular, até comprar água mineral para abastecer seu frigo. Farmácias e pequenos restaurantes não faltam.

O hotel é de charme e interpreta muito bem a sua classificação com pequenos detalhes que fazem muita diferença.

O café da manhã é excelente! Não falta nada. Queijos, croissants, iogurtes, crepes, nutela, sucos, frutas e até sushi para atender aos hóspedes orientais. Já me hospedei em grandes redes que servem pão e manteiga no café da manhã e olhe lá!!

 
No quarto há uma cafeteira elétrica onde você pode se servir a vontade de diversos tipos de chá, café forte, suave, descafeinado ou mesmo um cappuccino.
Ao fazer o check-in, você é recebido em seu apartamento com os famosos "macarons" coloridos, uma grande garrafa de água Evian, pétalas de rosas sobre a cama e amenities L´ Occitane para um banho relaxante depois das longas horas de voo.

 Apesar de ser um 4 estrelas, roupões e chinelos estão à disposição. E todas as noites um chocolate os espera sobre a cama aberta!

A decoração é clean, agradável, confortável tanto quanto um cinco estrelas.

O hotel é pequeno, mas oferece uma recepção charmosa, bar, biblioteca e sala com computador e serviço de wi-fi também nos apartamentos. Há inclusive um piano onde já fizemos apresentações!

 Mas nada disto é tão importante quanto a hospitalidade dos funcionários, de todos eles. Pessoas gentis, alegres, dispostos, preocupados de fato com o hóspede. Adoro chegar ao hotel e todos me chamarem pelo nome.

Me lembro de uma vez um deles ter costurado uma bota minha que havia arrebentado e uma outra vez, eu não tinha tido tempo para comer nada e estava saindo em uma ambulância, para levar uma passageira que estava passando mal, quando um deles me deu um pacotinho de batata frita para eu comer no caminho. Isto faz toda a diferença.

Sempre leio a coluna do Mr. Miles no Estadão (o cidadão que mais viajou no mundo) e permito-me "copiar" seu texto onde ele responde a um leitor sobre seus hotéis preferidos, do qual compartilho em gênero, número e grau.     

 A ARTE DE HOSPEDAR BEM - por Mr. Miles (coluna no caderno Viagem do Estadão)


Prezado Mr. Miles: quais são as qualidades que o senhor aprecia e quais as que detesta em um hotel...

 

Eu diria que o que mais aprecio em um hotel — além, of course, da variedade de seu bar —, é a hospitalidade e a cortesia. Você dirá que esses são valores óbvios, mas eu lhe asseguro que, em sua forma genuina, ambos são raros de se encontrar. Um hotel hospitaleiro é aquele que você se sente bem recebido assim que chega. Nada de mesuras ou sorrisos premeditados. Os rostos dos serviçais iluminam-se com verdadeira felicidade pela sua presença. O hóspede sente-se como um velho amigo voltando ao lar. No meu caso devo admitir que isso é mais frequente, porque, in fact, estou quase sempre voltando a hotéis que me produziram esta sensação da primeira vez.


A cortesia é uma extensão natural da hospitalidade. Eu diria, my dear, que é como um dom, uma habilidade inata que não se aprende em escolas e que, usually, origina-se de antigos valores de um povo. 

É mais que justo, for instance, que um hotel seja adequadamente remunerado pela hospitalidade que oferece e pelos equipamentos de que dispõe. However — e agora chego nos valores que me desagradam —, há, nos hotéis modernos, atitudes de franca hostilidade em relação aos seus hóspedes.

Senão, vejamos: chaves que precisam ser encaixadas em geringonças na parede para fazer funcionar a energia indicam que, na opinião do hotel, o hóspede é um perdulário por definição. Ora, caríssimos: pois que usem suas teses de eficiência para fabricar parafusos! Don’t you agree? E o que dizer dos estabelecimentos que taxam, com valores espantosos, ligações telefonicas ou o uso da internet? Não seria muito mais cortês e agradável incluir esses valores irrisórios no preço da diária? E esses corredores sombrios de hoje em dia que vão se iluminando apenas quando um sensor capta sua presença?
 
Seria esta bobagem realmente necessária para qualquer hóspede que não sonhe ser um(a) top model?
 

Sorry, my dear, mas a tal moderna e frívola hospitalidade não me cativa. Ainda prefiro o velho charme de hotéis como o Hotel Baron, em Aleppo, na Síria, onde tomei fartas doses de whisky com Thomas Edward (N.da R: Thomas Edward Lawrence, mais conhecido como Lawrence da Arábia) e troquei idéias com Agatha (N.da R: Agatha Christie, escritora), ao tempo em que ela escrevia o primeiro esboço de seu Assassinato no Orient Express, no quarto 203.

E que ninguém duvide de minha relação cavalheiresca com Agatha, by the way, uma mulher pouquíssimo atraente. Hoje, unfortunately, os quartos do Baron estão ligeiramente arruinados. Mas quando vou a Aleppo para encadernar meus passaportes, ainda fico por lá. E sabe por quê? Porque o bar ainda é excelente…



Design Hotel Elysées Regencia


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Cynthia Camargo é publicitária, agente de viagens, agente internacional e jornalista. Coordena viagens de arte, gastronômicas, de luxo e de incentivo pelo o mundo! Especializada no destino França, é autora do guia Paris Legal, editado pela Best Seller. Trabalha com o turismo de conteúdo há 20 anos e recebeu o prêmio Mulher Influente. Autora do blog de viagens SendoCy, conta suas experiências pelo mundo com dicas e muito humor! Acesse, leia e participe, se inscreva e conte suas histórias! Afinal, todo mundo tem uma história de viagem para contar! Google +